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Correio da Manhã

Portugal
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Colisão mata ex-cabo da GNR

Um militar da GNR, aposentado há um mês, dirigia-se de carro para o quartel dos bombeiros da Benedita, em Alcobaça – que considerava a sua "segunda família" e onde passava os seus tempos livres –, quando se despistou, ao final da tarde de quarta-feira, e acabou por morrer.
23 de Abril de 2010 às 00:30
Apesar do apoio de familiares e amigos, Ana Barros, a viúva (à direita), não se conforma com a perda do marido
Apesar do apoio de familiares e amigos, Ana Barros, a viúva (à direita), não se conforma com a perda do marido

A viatura conduzida por Avelino Duarte, de 55 anos, um Renault 19 Chamade, embateu em duas árvores, a escassos metros do quartel dos bombeiros. "Depois de umas lombas o carro entrou em despiste, embateu com a frente do lado do condutor numa árvore e com o lado direito noutra, onde ficou enfaixado", contou ontem ao CM o comandante interino dos bombeiros da Benedita, António Paulo.

"Ele estava satisfeito porque tinha levado o carro à inspecção de manhã e passou sem qualquer falha. Costumava guiar devagar e não sabemos o que aconteceu", adiantou Alexandre Duarte, um dos filhos do militar. Avelino Duarte, era natural de Turquel, em Alcobaça, e residia no Casal da Coita, nas Caldas da Rainha. Era casado e tinha dois filhos.

Entrou para a GNR em 1982 e era cabo no quartel de comando da Unidade de Segurança e Honras de Estado, em Lisboa. Recebeu cinco louvores na carreira, que teve de abandonar após um acidente de viação, há três anos, que lhe provocou um aneurisma cerebral e condicionou as suas tarefas militares.

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