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Comissão espera fim do processo de Martim

Proteção de Menores não tem família do menino referenciada.

28 de outubro de 2016 às 09:24

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Ourém vai aguardar o resultado da investigação ao desaparecimento do pequeno Martim, de dois anos, na localidade de Amieira, para decidir qual a sua intervenção neste caso.Entretanto, o pai, Marco Teixeira, garante que não culpa ninguém pelo desaparecimento, mas que quer acompanhar de perto as conclusões da investigação ao caso.

A CPCJ esclarece que o menino "nunca teve processo de promoção e proteção" e, por isso, aguarda o trabalho das entidades - que definirão se houve ou não negligência no desaparecimento - para definir a sua ação.

A investigação, segundo apurou o CM, acredita que o menino desapareceu pelo seu pé, na manhã de segunda-feira, aproveitando um momento de distração da avó, Maria Marques, que, na altura, tomava conta dele.

E, até ao momento, todos os indícios apontam para que Martim se tenha perdido no pinhal, a dois quilómetros da casa dos avós maternos, e tenha passado ali 25 horas, até ser encontrado na terça-feira pela equipa de buscas da GNR.

O pequeno está entregue à guarda da mãe, pelo Tribunal de Pombal, desde a passada semana. Com o pai a residir em França, Martim sempre passou muito tempo com os avós. A família é tida, até pelos vizinhos, como "muito responsável e protetora em relação à criança".

Para os moradores, Martim, que foi encontrado bem de saúde e que tem estado brincalhão, é "um menino-milagre" pela forma como sobreviveu.

Entretanto, o pai, Marco Teixeira, garante que não culpa ninguém pelo desaparecimento, mas que quer acompanhar de perto as conclusões da investigação ao caso.

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