MP deixa cair crimes de tortura e ódio racial da acusação dos agentes da PSP de Alfragide

Caso remonta a 5 de fevereiro de 2015, por alegadas agressões a jovens da Cova da Moura.
12.02.19
O Ministério Público (MP) deixou cair esta terça-feira as acusações de racismo e tortura nas alegações finais do julgamento de 17 agentes da esquadra de Alfragide, na sequência de incidentes em fevereiro de 2015, na Cova da Moura.

Nas alegações finais, esta terça-feira no Tribunal de Sintra, o MP considerou que os 17 agentes da PSP da esquadra de Alfragide não agiram com "ódio racial" nos incidentes.

Os 17 arguidos respondem por denúncia caluniosa, injúria, ofensa à integridade física e falsidade de testemunho, num caso que remonta a 05 de fevereiro de 2015, por supostas agressões a seis jovens, na Cova da Moura e no interior da Esquadra de Alfragide. A acusação do MP sustentava que os polícias agiram com ódio racial, de forma desumana, cruel e tiveram prazer em causar sofrimento.

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