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Correio da Manhã

Portugal
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Criança sugada em lago artificial

Mergulhou quando a água era retirada e ficou preso pela cara.
Aureliana Gomes e Liliana Rodrigues 4 de Agosto de 2017 às 01:30
Família de Tiago não ganhou para o susto quando o jovem ficou preso pela cara no ralo de um lago artificial
Família de Tiago não ganhou para o susto quando o jovem ficou preso pela cara no ralo de um lago artificial
Família de Tiago não ganhou para o susto quando o jovem ficou preso pela cara no ralo de um lago artificial
Família de Tiago não ganhou para o susto quando o jovem ficou preso pela cara no ralo de um lago artificial
INEM
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Ambulância INEM
Família de Tiago não ganhou para o susto quando o jovem ficou preso pela cara no ralo de um lago artificial
Família de Tiago não ganhou para o susto quando o jovem ficou preso pela cara no ralo de um lago artificial
Família de Tiago não ganhou para o susto quando o jovem ficou preso pela cara no ralo de um lago artificial
Família de Tiago não ganhou para o susto quando o jovem ficou preso pela cara no ralo de um lago artificial
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Ambulância INEM
Família de Tiago não ganhou para o susto quando o jovem ficou preso pela cara no ralo de um lago artificial
Família de Tiago não ganhou para o susto quando o jovem ficou preso pela cara no ralo de um lago artificial
Família de Tiago não ganhou para o susto quando o jovem ficou preso pela cara no ralo de um lago artificial
Família de Tiago não ganhou para o susto quando o jovem ficou preso pela cara no ralo de um lago artificial
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Ambulância INEM
"Fiquei sem ver nada, depois de ter sido sugado pela cabeça no lago". Tiago Silva, de 14 anos, não ganhou para o susto, na quarta-feira, quando a tarde de diversão se transformou num momento de pânico. O jovem estava com a família - emigrantes em França de férias em Portugal - no Parque de Lazer do Moinho, em Oliveira São Pedro, Braga, quando sem contar, o lago onde estava começou a esvaziar.

"Mergulhei, fui puxado pela água e fiquei com a cara bloqueada no ralo", disse.


A família, que estava na zona relvada do parque, só se apercebeu depois de ser alertada pelos gritos de outros jovens que estavam no lago. "Quando cheguei à beira dele, estava a sangrar e não via nada", disse Rosa Fernandes, mãe de Tiago. Garante que não foram avisados de que o lago estava a ser esvaziado.

Os familiares pediram o socorro. A criança foi assistida pelo INEM e levada para o Hospital de Braga, onde esteve em observações durante a noite. "Tive medo que ele pudesse ficar cego", disse o pai, Vítor Silva. Os pais do jovem apresentaram uma queixa na GNR contra a Junta de Guisande e Oliveira São Pedro - que gere o parque - "como alerta para que situações destas não se repitam".

Augusto Carvalho, o autarca, afasta responsabilidades e lembra que, à entrada do parque, há sinalização a proibir mergulhos. "É um local de lazer onde não é cobrado um cêntimo. As pessoas sabem que não há vigilância. Quando a limpeza do lago é feita, o funcionário avisa quem lá está. Desta vez, a ordem não foi acatada", disse ao CM.
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