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Correio da Manhã

Portugal
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Criminalidade violenta sobe dia a dia

Os crimes são cada vez mais violentos. Esta a conclusão a retirar do número e articipações feitas às três principais forças de segurança, PSP, GNR e PJ, entre Janeiro e Outubro de 2004, no que respeita à criminalidade em que foi usada a força. Em conjunto as queixas formalizadas atingiram o número de 347945, o que representa um aumento de 3,8 por cento em comparação com igual período de 2003.
2 de Fevereiro de 2005 às 00:00
Para esta subida contribuíram, de forma significativa, dois crimes onde se usou a violência: roubos a motoristas de transporte público (mais 33,3 por cento) e a tesourarias ou estações dos correios (acréscimo de 22 por cento).
Mas há mais dez tipos de crime que preocupam as autoridades, a saber: furto em veículo motorizado, ofensa à integridade física simples, outros furtos, furto de veículo motorizado, furto em residência com arrombamento, outro dano, condução com taxa de álcool superior a 1,2 g/l, condução sem carta, ameaça e coacção e furto em edifício comercial e industrial. A excepção a estes crimes mais ou menos violentos é o roubo por esticão, que está a decrescer.
Em relação às três forças de segurança, o maior número de participações foi registado pela PSP que representou 48,6 por cento, seguido da GNR com 47,8 por cento e a PJ mais 18,4 pontos percentuais, do que nos dez primeiros meses de 2003.
A aproximação da GNR à PSP explica-se pelo aumento de comportamentos de risco por parte dos jovens da população semi-urbana, território onde a GNR marca presença. Em Julho e Agosto de 2004 aquela força militarizada registou mais ocorrências do que a PSP, devido à mobilidade da população em tempo de férias.
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