A advogada Rita Castanheira Neves rebateu detalhadamente os vários pontos da acusação.
A acusação do Ministério Público (MP) no caso das golas antifumo foi esta quarta-feira exaustivamente posta em causa pela defesa do antigo secretário de Estado da Proteção Civil, apontando "erros grosseiros" ao MP e "falta de coragem" para os reconhecer.
Ao longo de três horas de alegações finais, a advogada Rita Castanheira Neves, que representa no processo das golas antifumo o antigo secretário de Estado da Proteção Civil, José Artur Neves, o seu chefe de gabinete Adelino Mendes, e outros dois arguidos, rebateu detalhadamente os vários pontos da acusação.
Em julgamento no Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa está o processo relativo às golas de autoproteção do programa "Aldeia Segura --- Pessoas Seguras", lançado na sequência dos incêndios florestais de 2017, com suspeitas de violação de regras de contratação pública.
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