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Correio da Manhã

Portugal
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Desde 1941 que não sofríamos com tanto calor

A onda de calor que terminou segunda-feira foi a maior observada em Julho desde 1941, informou, em comunicado, o Instituto de Meteorologia (IM). Há 65 anos que não se verificavam temperaturas mínimas tão elevadas numa extensão tão significativa do território – o distrito de Faro foi a única excepção – e durante tanto tempo: onze dias na região do Alentejo.
20 de Julho de 2006 às 00:00
“O período de 6 a 18 de Julho caracterizou-se como excepcionalmente quente, com valores da temperatura mínima e máxima do ar muito altos, muito superiores aos respectivos valores médios”, constata o IM.
Noites quentes contribuíram para aumentar o desconforto. “A sequência de valores da temperatura mínima iguais ou superiores a 20°C (noites tropicais) foi, em grande parte do território, a maior observada desde 1990.
O maior número de noites tropicais consecutivas verificou-se em Zebreira (12), Faro (11) e Almodôvar (10). Já as temperaturas máximas, embora elevadas, foram inferiores às registadas em Julho de 2004. A Amareleja bateu o recorde deste ano, com 43,1 graus.
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