Diretor de prova fatal culpa polícia por mortes no Rali da Lapinha

Mecânico e organizadores da prova julgados por homicídio. Caso remonta a 2014.
Por Liliana Rodrigues|14.02.19
"Não tive hipótese de decidir onde eram colocados os elementos da polícia. Disseram-me que era a polícia que decidia, porque eles é que sabiam."

A afirmação foi repetida várias vezes por Eduardo Crespo, presidente do Motor Clube de Guimarães e que foi diretor da prova do Rali da Lapinha, em setembro de 2014, na qual morreram três pessoas que estavam a assistir à prova desportiva.

O julgamento começou esta quarta-feira no Tribunal de Guimarães e senta no banco dos réus cinco elementos do Motor Clube de Guimarães e um mecânico, acusados de homicídio por negligência.

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