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Correio da Manhã

Portugal
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Discoteca contra escutas

O proprietário do estabelecimento nocturno La Movida, no Porto, pediu a abertura de instrução do caso em que está acusado de exercício ilícito da actividade de segurança privada, alegando que as diligências apenas se basearam em escutas telefónicas.
5 de Fevereiro de 2010 às 00:30
Em causa estavam os seguranças da discoteca La Movida, no Porto
Em causa estavam os seguranças da discoteca La Movida, no Porto FOTO: António Rilo

O empresário Benito Egerique terá utilizado os serviços de segurança de pessoas sem cartão profissional, nomeadamente os irmãos Correia, do gang de Miragaia.

De acordo com a defesa, o ilícito "não se enquadra no catálogo legal das escutas telefónicas" e não há nenhum documento ou testemunho que prove essa ilegalidade. Caso seja julgado, pode ser condenado até dois anos de prisão.

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