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Dívida de Luís Filipe Vieira sob investigação

Fundo pediu uma auditoria ao plano de negócios que salvou a dívida do presidente do Benfica.
Miguel Alexandre Ganhão(miguelganhao@cmjornal.pt) 14 de Maio de 2021 às 01:30
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Luís Filipe Vieira disse perante os deputados da Comissão que o Fundo de Resolução  concordava com a reestruturação da dívida
Luís Filipe Vieira disse perante os deputados da Comissão que o Fundo de Resolução  concordava com a reestruturação da dívida
Luís Filipe Vieira disse perante os deputados da Comissão que o Fundo de Resolução  concordava com a reestruturação da dívida
A constituição e o plano de negócios do Fundo de Investimento Alternativo Especializado (FIAE) em abril de 2017, com o qual Luís Filipe Vieira conseguiu reestruturar uma dívida de 144 milhões de euros ao Novo Banco, estão a ser objeto de uma auditoria pedida pelo Fundo de Resolução, entidade que representa o Estado naquele banco. O governador do Banco de Portugal confirmou esta quinta-feira a existência dessa auditoria. Mais, segundo apurou o CM junto de fontes ligadas ao processo, está a ser avaliado o plano de negócio apresentado pela sociedade C2 Capital Partners (anteriormente denominada Capital Criativo), de Nuno Gaioso Ribeiro, que foi ex-administrador da SAD encarnada e antigo vice-presidente durante o mandato de Vieira.

Contrariamente ao que Gaioso Ribeiro disse na Comissão de Inquérito, o Fundo de Resolução não só não avaliou o plano de negócios, como não autorizou a transferência de ativos do Novo Banco para o FIAE. Fontes contactadas pelo CM afirmaram que “a venda do Novo Banco e a assinatura do Mecanismo de Capital Contingente (CCA) ocorreu em outubro de 2017. As negociações da dívida da Promovalor começaram em abril de 2017 e o fundo foi constituído e assinado em setembro de 2017, ainda não existia CCA, nem o Fundo de Resolução tinha competências para apreciar reestruturação de dívidas”. Mais, a mesma fonte acrescenta que “a reestruturação da dívida da Promovalor foi dada ao Fundo como um facto consumado. Em julho de 2018, o fundo enviou uma carta para a administração do Novo Banco, liderada por António Ramalho, manifestando muitas dúvidas sobre aquele negócio, quer porque o mesmo era feito com partes relacionadas (Tiago Vieira, filho de Luís Filipe Vieira, era acionista da sociedade de Gaioso Ribeiro), quer porque a escolha da sociedade C2 Capital não obedeceu a “um processo competitivo”. Esta carta está junta aos documentos que a Comissão de Inquérito tem em seu poder e será reanalisada nos próximos dias. n

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