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Correio da Manhã

Portugal
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Docente investigada por discriminar alunos

Professora de História alvo do terceiro inquérito pela Inspeção-Geral de Educação.
Nelson Rodrigues 16 de Junho de 2017 às 08:49
Caso mais recente aconteceu neste ano letivo no Agrupamento de Escolas Escultor António Fernandes de Sá, em Gaia
Caso mais recente aconteceu neste ano letivo no Agrupamento de Escolas Escultor António Fernandes de Sá, em Gaia
Caso mais recente aconteceu neste ano letivo no Agrupamento de Escolas Escultor António Fernandes de Sá, em Gaia
Caso mais recente aconteceu neste ano letivo no Agrupamento de Escolas Escultor António Fernandes de Sá, em Gaia
Caso mais recente aconteceu neste ano letivo no Agrupamento de Escolas Escultor António Fernandes de Sá, em Gaia
Caso mais recente aconteceu neste ano letivo no Agrupamento de Escolas Escultor António Fernandes de Sá, em Gaia
A Inspeção-Geral de Educação já tem um inquérito em curso à professora de História do Agrupamento de Escolas Escultor António Fernandes de Sá, em Vila Nova de Gaia, relativo ao caso de racismo de que foram vítimas duas gémeas, neste ano letivo.

Esta não é, no entanto, a primeira vez que a docente está a ser investigada. Ao CM, fonte do Ministério da Educação confirmou a existência de outros dois processos referentes a situações semelhantes, noutras escolas do concelho de Gaia.

As situações anteriormente investigadas pela Inspeção-Geral de Educação estão relacionadas com discriminação de alunos de raça negra, de etnia cigana e desprotegidos a nível familiar e económico. O primeiro caso alvo de inquérito passou-se há cerca de oito anos, na Escola Adriano Correia de Oliveira, em Avintes. Já no ano letivo 2015/2016, a docente de História viu novo processo ser-lhe instaurado, desta vez na Escola de Vila d’Este.

O caso mais recente aconteceu neste ano letivo e foi noticiado em maio pelo CM. O encarregado de educação de duas irmãs apresentou mesmo uma queixa na Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares por as alunas serem alvo de discriminação por parte da professora.

O CM tentou falar com o agrupamento de escolas por telefone e por e-mail, mas a direção não se mostrou disponível para comentar o caso. Foi também enviado um e-mail e uma carta registada à professora em causa, que não respondeu.
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