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Correio da Manhã

Portugal
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Dor e emoção no funeral de mulher morta pelo filho

Foi uma dolorosa e sentida última homenagem. Largas centenas de pessoas juntaram-se ontem à tarde, no Tramagal, em Abrantes, nas cerimónias fúnebres de Lídia Grácio, a mulher de 55 anos que, na terça-feira, foi espancada até à morte pelo filho. Terá sido, segundo os moradores, dos maiores funerais de que há memória naquela localidade.
29 de Março de 2012 às 01:00
População acorreu em peso ao funeral de Lídia Grácio
População acorreu em peso ao funeral de Lídia Grácio FOTO: João Santos

A preocupação com as condições financeiras da família – Lídia era reformada, o marido está desempregado e o filho, suspeito do homicídio, sofre de esquizofrenia e não tem emprego – levou a que um grupo criasse, na rede Facebook, da internet, um movimento de solidariedade para pagar o funeral. Mas a família acabou por recusar a ajuda.

Paulo Grácio estava ontem à noite a ser ouvido pelo juiz.

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