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"É preciso gente nova”

O padre Arsénio Isidoro diz que a CNIS pode ser mais transparente, mais visível e mais actuante. Para isso, acrescenta, precisa de ser refrescada

03 de fevereiro de 2012 às 01:00

Correio da Manhã – Porque aparece como candidato alternativo nestas eleições?

Arsénio Isidoro – Sou candidato suportado pelo Movimento Juntos pela Solidariedade Solidária, porque acreditamos que é possível uma CNIS mais actuante, mais visível e mais transparente.

– Mas a CNIS tem sido pouco transparente?

– É possível ser mais.

– Concorda que existe uma guerra Norte-Sul, a sua mais sulista, a de Lino Maia mais a norte?

– Não. Na lista aos órgãos sociais da minha candidatura, 5 pessoas são abaixo do Mondego e 13 acima. A minha lista não é do Sul nem é do Norte, é nacional.

– Lino Maia é criticado por se candidatar a um terceiro mandato, quando o limite são dois, salvo em casos excepcionais...

– Penso que seja por bons motivos, porque acredita no seu projecto. Não olho com maldade para as pessoas. Mais do que aguerrida, esta campanha tem sido muito mediatizada.

– O que é que apresenta de novo em relação à actual CNIS?

– A entrada de gente nova. A grande mudança é quando se refresca as instituições, e a CNIS precisa de ser refrescada. É possível fazer mais e melhor.

PERFIL

Arsénio Isidoro tem 39 anos e nasceu nas Caldas da Rainha. Pároco da Ramada e Famões, é presidente da Casa do Gaiato, do Instituto Sãozinha e das Florzinhas da Rua.

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