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Correio da Manhã

Portugal
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Empresa fica parada à espera de seguro

Seguradora diz que foi fogo posto, contrariando o relatório do MP que diz ter sido acidental.
25 de Novembro de 2013 às 17:58
Aníbal Caveirinha explica que investigação concluiu que incêndio na empresa do filho foi acidental
Aníbal Caveirinha explica que investigação concluiu que incêndio na empresa do filho foi acidental FOTO: Luís Costa

Há um ano, o armazém da empresa Visantebel, na Franqueada, Loulé, ardeu durante a madrugada, com o recheio a ficar totalmente destruído. O proprietário está agora em conflito com a seguradora, que defende que foi fogo posto, contrariando o relatório do Ministério Público - que diz que foi acidental. Em causa está uma indemnização de aproximadamente 80 mil euros.

"Ficámos sem trabalho porque as máquinas foram destruídas e os quatro funcionários foram para o fundo de desemprego. Estamos à espera da indemnização para recuperarmos o negócio", conta ao CM Aníbal Caveirinha, pai de Tiago Feliciano, que é o proprietário da empresa de construção civil. O filho, entretanto, teve de emigrar para a Suíça, à procura de emprego.

O incêndio ocorreu a de 16 de setembro de 2012. Aníbal Caveirinha conta que, em novembro desse ano, receberam uma carta da seguradora Allianz a defender que o incêndio tinha sido intencional, com uso de combustível. Mas, já em abril deste ano, receberam um documento do Ministério Público, onde se lê que as investigações da PJ concluíram que o incêndio foi acidental, devido a uma sobrecarga elétrica. "Contactei a seguradora mas continuam a não me dar ouvidos. Meti-os em tribunal", diz. A Allianz também não respondeu ao pedido de informação enviado pelo CM.

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