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Correio da Manhã

Portugal
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Empresário suspeito de mandar atear fogo em prédio do Porto nega crime

Principal arguido "prestou declarações, mas está ainda numa posição parcial".
Lusa 2 de Setembro de 2020 às 13:47
Tribunal
Tribunal FOTO: Direitos Reservados
O empresário levado esta quarta-feira a julgamento sob a imputação de ser o mandante de dois fogos postos num prédio do Porto, em 2019, provocando a morte de um dos inquilinos, negou a prática de crime, contou uma advogada.

Segundo a advogada Luísa Macanjo, que representa no processo um familiar da vítima mortal, o principal arguido - empresário de nacionalidade chinesa - "prestou declarações, mas está ainda numa posição parcial".

Está a assumir factos evidentes, ou seja, as compras, os negócios, o projeto para o local, mas não o objeto principal do processo. Começou por dizer que era mentira, que nega a participação naquilo que é o objeto principal do processo, que são os incêndios e as consequências dos mesmos", disse a advogada, que falava aos jornalistas após a audiência de julgamento da manhã.

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