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Correio da Manhã

Portugal
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Escolas com má nota perdem a autonomia

O Ministério da Educação quer avançar com a avaliação de mais 350 escolas no próximo ano lectivo e promete divulgar esta semana o resultado da avaliação a 100 estabelecimentos de ensino, feita ao longo de 2006/2007.
2 de Julho de 2007 às 00:00
Maria de Lurdes Rodrigues
Maria de Lurdes Rodrigues FOTO: Sérgio Lemos
Os primeiros contratos de autonomia com as 24 escolas-piloto que iniciaram o projecto serão assinados em Setembro,
Em entrevista ao ‘Jornal de Notícias’, a ministra Maria de Lurdes Rodrigues garante que os maus resultados das escolas não ditarão o seu encerramento, mas assume que uma má nota pode justificar a perda de autonomia. “Perante uma avaliação negativa, o que se exige é uma intervenção, que poderá ser diferenciada consoante os motivos”, explica a ministra. Quando questionada sobre o facto de os maus resultados poderem significar a perda da autonomia, foi peremptória: “Sim, exactamente.”.
Ao longo da entrevista, a ministra da Educação voltou a reiterar a intenção de alargar a escolaridade obrigatória até ao 12.º ano ou até o aluno perfazer 18 anos. Sobre a ideia de transformar o 1.º Ciclo num período com cinco anos, tornando obrigatória a frequência do ensino pré-escolar, a governante afirmou que é necessário aumentar “idades de entrada e saída” na escola, mas sublinhou que esta reorganização “exige consenso”.
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