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Espaço de exposição na Póvoa de Lanhoso valoriza arte da filigrana

Arte manual de trabalho do ouro é, há séculos, património da localidade.

27 de junho de 2017 às 09:10

O Posto de Turismo da Póvoa de Lanhoso, instalado na centenária Casa da Botica, já conta com uma Sala de Interpretação da Filigrana, a tradicional arte de trabalhar o ouro, utilizando fios finos como cabelos.

Trata-se de um espaço de exposição capaz de dar a conhecer os processos de fabrico da filigrana, uma vez que conta com o mobiliário e os instrumentos necessários para levar a cabo essa arte ancestral.

O objetivo passa por valorizar este ofício, alertando para o facto de se tratar de uma profissão de elevado valor artístico, e por dar a conhecer aos visitantes os processos de fabrico da filigrana, fazendo desta arte um elemento de interesse turístico.

"Reconhecemos a importância da filigrana para a afirmação da Póvoa de Lanhoso, dentro e fora das nossas fronteiras nacionais. E a Sala de Interpretação é um elemento da nossa identidade que, a par de outros, é essencial ao nível da Rede de Monumentos e Sítios", refere o Vereador da Cultura e Turismo, André Rodrigues.

A par da inauguração da Sala de Interpretação da Filigrana, a Câmara da Póvoa de Lanhoso apresentou uma rede concelhia de monumentos e sítios. Trata-se de um instrumento que visa promover turisticamente o património cultural, ao integrar os sítios e monumentos de relevo histórico, arquitetónico e paisagístico do concelho, oferecendo ao turista uma imagem de distinto valor patrimonial, com um significado histórico singular.

O Castelo de Lanhoso, a Ponte de Mem Gutierres, a igreja românica de Fontarcada ou o Santuário de Porto d’Ave são alguns dos monumentos.

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