Ex-deputado atraído para sexo acaba roubado e morto

Prostituta que marcou encontro fatal absolvida do homicídio.
Por Magali Pinto|14.03.18
A sessão de sexo foi combinada na net e estava marcada para 1 de março de 2015. Era uma cilada que se revelou fatal. Carlos Alberto Morgado, ex-deputado e professor no Funchal, Madeira, levantou os 190 euros para dar à prostituta Petra Ramos, mas quando chegou à residencial encontrou o namorado da mulher que o imobilizou e amarrou. Depois de obrigá-lo a ceder os códigos bancários, Filipe Gonçalves asfixiou Carlos até à morte.

O casal foi condenado pelo Supremo Tribunal de Justiça - ele a 16 anos de cadeia; ela a seis anos, porque os juízes entenderam que a mulher não foi responsável pelo homicídio, só pelo roubo. O homicida tentou desmembrar o corpo com uma faca mas não conseguiu e por isso usou uma tesoura em aço para cortar o cadáver em dois. Os vestígios de sangue foram limpos com lixívia. E os restos mortais foram depositados num terreno baldio. Só em novembro do mesmo ano foram localizados.

Em primeira instância, Filipe Gonçalves foi condenado a 22 anos. Petra apanhou seis, porque o tribunal de júri entendeu que a mulher não participou no homicídio. Contudo, o Tribunal da Relação condenou a mulher a 20 anos. Agora o Supremo volta a reduzir para seis anos.

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