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Correio da Manhã

Portugal
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Ex-fuzileiro esfaqueia 12 vezes vizinha em rua de Guimarães

Vítima foi golpeada cinco vezes na cabeça e sete vezes no peito e pescoço.
Liliana Rodrigues e Fátima Vilaça 29 de Abril de 2019 às 01:30
Maria José Dias
Crime ocorreu no exterior de um café em Fermentões, Guimarães
Crime ocorreu no exterior de um café em Fermentões, Guimarães
Crime ocorreu no exterior de um café em Fermentões, Guimarães
Crime ocorreu no exterior de um café em Fermentões, Guimarães
Maria José Dias
Crime ocorreu no exterior de um café em Fermentões, Guimarães
Crime ocorreu no exterior de um café em Fermentões, Guimarães
Crime ocorreu no exterior de um café em Fermentões, Guimarães
Crime ocorreu no exterior de um café em Fermentões, Guimarães
Maria José Dias
Crime ocorreu no exterior de um café em Fermentões, Guimarães
Crime ocorreu no exterior de um café em Fermentões, Guimarães
Crime ocorreu no exterior de um café em Fermentões, Guimarães
Crime ocorreu no exterior de um café em Fermentões, Guimarães
Maria José Dias foi esfaqueada doze vezes pelo vizinho e ex-fuzileiro Joaquim das Neves Ferreira, de 52 anos, quando saía da esplanada de um café em Fermentões, no concelho de Guimarães.

A mulher, o filho e outras duas pessoas foram o alvo da fúria do homicida, que saiu de casa, no passado dia 20, decidido a acabar com o barulho que considerava excessivo no estabelecimento de restauração, junto ao bairro de Mataduços, onde vítimas e arguido viviam.

A mulher, de 42 anos e que deixa dois filhos menores, foi a principal visada no ataque de fúria do trabalhador da construção civil.

Joaquim Ferreira usou uma faca de cozinha, com um cabo de madeira e serra, para matar a mulher: golpeou-a cinco vezes na cabeça e sete vezes no pescoço e peito, com perfurações profundas e provocando rasgos de grandes dimensões.

Segundo a autópsia, os golpes fatais registaram-se ao atingir a artéria aorta, junto ao coração. Alguns dos órgãos vitais da vítima ficaram desfeitos e por isso não tinha hipótese de sobreviver, tendo morrido pouco depois de ter chegou ao hospital de Guimarães.

O homicida, que está em prisão preventiva na cadeia de Braga, foi detido pela Polícia Judiciária da mesma cidade e disse no interrogatório judicial que conhecia as vítimas mas não tinha qualquer motivo para as atacar, insistindo que o barulho o estava a incomodar.

O filho da vítima mortal ficou com o pulmão perfurado e foi operado. Está a recuperar.
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