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Correio da Manhã

Portugal
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EXPLOSÃO EM PRÉDIO

Uma explosão num prédio de quatro andares habitado em Campo de Ourique, Lisboa, destruiu, ontem à tarde, o tecto do rés-do-chão e partiu vidros do primeiro andar, sem, contudo, causar feridos.
27 de Setembro de 2003 às 00:35
A explosão terá ocorrido quando houve uma fonte de ignição, desconhecida, que incendiou o gás acumulado numa caixa de ar, dentro da parede, que não fora detectada quando um técnico se deslocou ao local para fechar a válvula, segundo a Galpenergia. O gás foi cortado na sequência de um incidente em obras no rés-do-chão do número 83 da Rua Quatro de Infantaria.
Os residentes do primeiro andar - Eulália Velasco, de 89 anos, e a sua sobrinha Catarina Mendes, e ainda o gato ‘Charles’ – ficaram alojados em casa de familiares, segundo fonte da Protecção Civil Municipal de Lisboa.
O director desses serviços, Álvaro de Castro, disse que “a explosão ocorreu cerca das 16h00. O edifício não tem deficiências estruturais mas uma equipa dos Sapadores Bombeiros e outra da Lisboagás vão permanecer no local até que sejam dissipadas todas as dúvidas”.
A Galpenergia garantiu que o prédio estava sem gás e em segurança depois de o técnico da empresa ter fechado a válvula exterior. António Túlio, da Galpenergia, explicou que “após a explosão verificou-se que há um tecto falso no rés-do-chão que não era visível quando o técnico esteve no prédio. Terá sido neste espaço que o gás acumulou. Uma fonte de ignição, que ainda não foi apurada, terá provado a explosão”, adiantou.
O piquete da Lisboagás foi chamado ao local cerca das 10h00 e, segundo António Túlio, “pôs o prédio em segurança, fechando a válvula”.
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