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Correio da Manhã

Portugal
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Falta de espaço para guardar genéricos

Em Portugal continua ra faltar uma legislação que obrigue a receita de medicamentos pelo nome do seu princípio activo, apontou a Associação Nacional de Farmácias (ANF). Tal ausência legislativa está a criar falta de espaço nas farmácias para armazenar os remédios da categoria dos genéricos.
21 de Outubro de 2007 às 16:27
Actualmente no mercado existe à venda um número significativo de genéricos com substâncias activas, tais como a Sinvastatina (redução do colesterol) que é comercializada por 310 genéricos, mencionou a Autoridade Nacional de Medicamentos e Produtos de Saúde (Infarmed).
A Associação Nacional de Farmácias (ANF) confirmou que o problema de falta de comercialização de alguns genéricos deve-se à inexistência de espaço para armazenamento nas farmácias e isto porque, “um dos pontos mais importantes e que ainda não foi cumprido tem a ver com a necessidade de legislação que obrigue à prescrição por Denominação Comum Internacional, ou seja por principio activo”.
Segundo a mesma fonte, com uma legislação em vigor a venda de genéricos teria outro movimento, situação que não se verifica, porque os médicos podem não autorizar a substituição de um medicamento por um genérico.
As dez substâncias activas com maior saída no mercado de genéricos são medicamentos psiquiátricos, colesterol e digestivos, no entanto, segundo o Infarmed, deveriam existir mais áreas terapêuticas abrangidas por este tipo de medicamentos.
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