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Correio da Manhã

Portugal
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FALTA DE MÉDICOS AFECTA CRIANÇAS

O apoio às crianças transplantadas no Hospital Pediátrico de Coimbra (HPC) está à beira da ruptura por falta de médicos, alertou o director do Serviço de Cardiologia do Hospital dos Covões, Armando Gonçalves.
29 de Dezembro de 2002 às 23:25
As carências sentidas nos quadros clínicos dos três hospitais do Centro Hospitalar de Coimbra (Pediátrico, Covões e Maternidade Bissaya-Barreto) estão a agudizar-se com a saída de médicos eventuais, pelo que a curto prazo são esperadas novas dificuldades para os utentes.

O alerta foi dado através de uma moção aprovada por unanimidade na Assembleia Municipal de Coimbra. Segundo Armando Gonçalves, se não forem abertas vagas a título excepcional para a entrada de médicos nas três unidades, o tempo de espera na urgência do Pediátrico pode passar das actuais “uma a duas horas para sete ou oito”.

Nos Covões, tudo indica que será necessário desmarcar perto “de 30 consultas por semana” no serviço de Cardiologia, enquanto na Maternidade as consultas externas serão as primeiras a ser afectadas.

O Centro Hospitalar tem o quadro médico aprovado há seis anos, mas como nunca foi publicado, não chegou a produzir efeitos.
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