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Correio da Manhã

Portugal
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Família de guarda prisional de Baião morta em ação de formação recebe compensação de 145 mil euros

Vítima, de 32 anos, foi atingida mortalmente por uma bala na zona do peito durante treino anual de tiro.
18 de Abril de 2019 às 12:12
Um disparo acidental matou Carla Amorim, de 32 anos
Um disparo acidental matou Carla Amorim, de 32 anos
Um disparo acidental matou Carla Amorim, de 32 anos
Um disparo acidental matou Carla Amorim, de 32 anos
Um disparo acidental matou Carla Amorim, de 32 anos
Um disparo acidental matou Carla Amorim, de 32 anos
Um disparo acidental matou Carla Amorim, de 32 anos
Um disparo acidental matou Carla Amorim, de 32 anos
Um disparo acidental matou Carla Amorim, de 32 anos
Um disparo acidental matou Carla Amorim, de 32 anos
Um disparo acidental matou Carla Amorim, de 32 anos
Um disparo acidental matou Carla Amorim, de 32 anos
Um disparo acidental matou Carla Amorim, de 32 anos
Um disparo acidental matou Carla Amorim, de 32 anos
Um disparo acidental matou Carla Amorim, de 32 anos
O Governo vai atribuiu uma compensação de 145 mil euros aos pais da guarda prisional que morreu em 06 de novembro de 2018 numa ação de formação de tiro, em Paços de Ferreira.

Segundo um despacho da ministra da Justiça publicado esta quinta-feira em Diário da República, foram atribuídos aos pais de Carla Amorim, herdeiros da guarda prisional, 145 mil euros como compensação pelo falecimento da filha.

O inquérito ao incidente concluiu que houve "nexo de causalidade entre o risco inerente ao exercício da função de segurança" e a morte da guarda prisional, que tinha 32 anos.

A guarda do Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo (feminino), natural de Mesão Frio, morreu ao ser atingida no peito por um dos formadores, durante uma ação de formação integrada no plano anual de tiro.
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