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Família quer PJ a investigar sequestro de português em Moçambique

Abaixo-assinado pede entrada de investigadores nacionais no inquérito ao sequestro de Francisco Cêra.

27 de janeiro de 2026 às 12:32

Um grupo de familiares e amigos de Francisco Cêra, um empresário luso-moçambicano que foi sequestrado por quatro homens armados à porta da empresa de venda de peças automóveis de que é proprietário, em Maputo, Moçambique, lançaram um abaixo-assinado que pede a entrada em cena da Polícia Judiciária (PJ) na investigação.

O texto da petição, lançada segunda-feira e que pelas 12h00 desta terça-feira conta já com 885 assinaturas, é dirigido ao diretor-nacional da PJ, Luís Neves, faz notar que desde 7 de outubro de 2025, dia do sequestro de Francisco Cêra, a investigação não conheceu quaisquer avanços. Por isso, e face à gravidade da situação, "e à angústia vivida pela família do empresário e comunidade portuguesa em Maputo", os subscritores do documento pedem que quer a PJ, quer as autoridades diplomáticas portuguesas, "avaliem o processo, atuando dentro das suas competências legais, nomeadamente através de mecanismos de cooperação internacional".

Recorde-se que, como o CM noticiou na altura, a ação dos quatro sequestradores ficou registada através de um sistema de videovigilância instalado na Avenida Zedequias Manganhela, no centro de Maputo, zona onde ocorreu o crime. 

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