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Correio da Manhã

Portugal
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Feirantes sem acordo pretendido

Os comerciantes da antiga Feira Popular, em Entrecampos, Lisboa, ainda não se entenderam entre si no que se refere aos valores indemnizatórios a serem pagos pela Câmara, pelo fecho daquele parque de diversões.
20 de Janeiro de 2006 às 00:00
Desta vez, José Manuel Fernandes, advogado de cerca de 90 dos 194 contratos, incluindo as diversões (carrosséis, por exemplo) defende que o único critério aceitável é aquele que foi negociado entre feirantes e a associação que os representa. Ou seja, o valor da indemnização proposto, de 23 milhões de euros, seria dividido consoante a área que cada actividade ocupava na Feira.
Diz o advogado que a Câmara deliberou pagar cerca de 20 milhões, o que iria implicar uma redução de cinco por cento no valor nominal a atribuir aos feirantes. “Mas o problema é que há feirantes que não querem ajustar estes valores”, defende.
A Câmara pede entendimento para libertar a verba.
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