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Ferimentos nas mãos traíram assassino da amante no Fundão

Homicida diz que a vítima tinha ciúmes e não queria acabar relacionamento. Discutiram e matou-a.
Por Tânia Laranjo e Alexandre Salgueiro|12.03.18
João Silva, de 32 anos, começou por negar ter matado Vera. Abordado pela Judiciária quando estava em casa dos pais, no centro do Fundão, o homem, de 32 anos, dono de uma loja de gomas naquela cidade, negou qualquer relacionamento com a jovem. Foi traído pelos ferimentos nas mãos que não deixavam dúvidas. Ao esfaquear mais de vinte vezes a jovem, que este domingo fazia 30 anos, feriu-se a si próprio.

Na lareira da casa dos pais, a Judiciária da Guarda ainda recuperou a lâmina da faca. O cabo já tinha ardido, os vestígios biológicos desapareceram. João Silva aceitou depois dizer onde se encontravam os restantes vestígios que tentou apagar: espalhados por vários quilómetros e em contentores do lixo diferentes foi recuperado o que restava das suas roupas, também queimadas, a chave da casa da jovem que levou, e alguns objetos com sangue que também tirou da habitação.

Na origem do crime terão estado os ciúmes. A única versão é a de João Silva, porque a vítima morreu. Diz que foi a casa de Vera para terminar o relacionamento que mantinham há dois anos e que ela não aceitou. Que o ameaçou que se ele não fosse dela não seria de ninguém e que de imediato o atacou.

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