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Correio da Manhã

Portugal
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Filha homicida isolada na prisão após matar professora

Diana Fialho está no hospital-prisão fechada 22 horas/dia.
Miguel Curado e Magali Pinto 13 de Setembro de 2018 às 01:30
Amigos prestam última homenagem a professora que foi morta pela filha e pelo genro
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Sem mostrar qualquer arrependimento e ponta de emoção ou choro, Diana Fialho passa 22 horas diárias fechada e apenas na companhia de outra reclusa, num quarto do Hospital-Prisão de Caxias.

A jovem de 23 anos, que, tal como o marido, Iuri Mata, está em prisão preventiva pela morte de Amélia Fialho (mãe de Diana), passou pela cadeia feminina de Tires, mas os Serviços Prisionais decidiram pelo afastamento, por questões de segurança.

Desde sábado, dia em que entrou no hospital-prisão, Diana Fialho partilha um quarto com outra reclusa. Ainda não terá tido visitas, e tem direito a uma hora de recreio ao ar livre de manhã e uma hora de atividades numa sala à tarde. Está sob vigilância médica e não tem data de regresso a Tires. O marido, Iuri Mata, aguarda julgamento na prisão do Montijo.

Entretanto, a par de toda a prova que a PJ tem sobre o caso, há ainda a videovigilância da bomba de gasolina em Pegões onde Diana e Iuri foram comprar o acelerante e o isqueiro usados para queimar o corpo de Amélia.

O casal é visto a entrar de forma tranquila, após esconderem a viatura com o cadáver, e que vieram a incendiar.

PORMENORES 
Apoio psicológico
Orlanda Carmo, mãe do homicida Iuri Mata, recebeu no início desta semana apoio psicológico. A família vive no Pinhal Novo e diz-se destroçada.

Silêncio
Diana Fialho tem passado grandes períodos em silêncio no Hospital-Prisão de Caxias. Praticamente só fala com as guardas e os técnicos de saúde.

Funeral realiza-se hoje
As cerimónias fúnebres de Amélia Fialho realizam-se hoje, em Vendas Novas, no cemitério onde os pais estão sepultados.
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