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Correio da Manhã

Portugal
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Fogo leva casa, carro e trabalho

Há oito meses, Vítor Mota, 32 anos, residente em Ourentã, Cantanhede, acordou de madrugada com um enorme estrondo e deparou-se com a garagem de casa a arder.
21 de Junho de 2011 às 00:30
Vítor Mota quer ser indemnizado pelos prejuízos causados pelo fogo, que teve início num curto-circuito no Mercedes
Vítor Mota quer ser indemnizado pelos prejuízos causados pelo fogo, que teve início num curto-circuito no Mercedes FOTO: Ricardo Almeida

Um Mercedes C220 CDI, comprado na Alemanha por 26400 euros, ainda dentro do período de garantia, incendiou-se. As chamas consumiram o carro, destruíram grande parte da habitação e ferramentas de trabalho, causando prejuízos de 110 mil euros.

O relatório da PJ diz que o fogo começou no "habitáculo do motor, mais concretamente na zona do radiador", e foi provocado por um "curto-circuito". "Só sei que fiquei sem carro, sem casa e sem o local de trabalho, porque sou mecânico e trabalhava ali. Ficou tudo estragado com o calor e o fumo que resultou do incêndio", conta Vítor Mota, adiantando que "as paredes da casa foram todas arranjadas, os móveis substituídos e os electrodomésticos deixaram de funcionar".

Nuno Mendonça, director de Marketing e Comunicação da Mercedes, diz que caso está a ser tratado com "todo o cuidado" pela "equipa técnica" da empresa. "É preciso perceber se foi feita alguma reparação fora da marca. É um processo moroso fazer perícias e reunir dados. Não é todos os dias que um carro pega fogo sozinho".

CANTANHEDE INCÊNDIO FOGO
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