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Força Aérea envolvida em polémica com relógios

Para evitar concurso público, foi invocada uma alínea referente à "criação ou aquisição de uma obra de arte".

17 de janeiro de 2020 às 08:55

A tradição das bases aéreas e esquadras de voo de contratar edições exclusivas e limitadas de relógios, para celebrar aniversários, gerou agora polémica porque a Base Aérea 5, dos F16, em Monte Real, adquiriu à empresa Torres Distribuição 200 modelos Nautica BA5 2019 para vender a militares e civis nos seu 60º aniversário, ficando cada um deles a 269 €, quando o preço de venda ao público nas lojas é de 590€.

Para evitar concurso público, foi invocada uma alínea referente à "criação ou aquisição de uma obra de arte".

A Força Aérea justifica com "as características únicas e exclusivas, integradas no relógio e no estojo, criados de propósito e em exclusivo".

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