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Correio da Manhã

Portugal
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Força aérea pára drones que detetam incêndios

Uso de aeronaves tripuladas vai agravar custos.
Sérgio A. Vitorino 6 de Setembro de 2020 às 10:14
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Força aérea pára drones que detetam incêndios
A Força Aérea mandou este sábado parar os seus novos drones de vigilância aérea e deteção de fogos florestais, após um dos seis aparelhos operacionais - de um contrato de 12 que custou 4,5 milhões de euros e já deveria estar totalmente cumprido - ter avariado e obrigado o operador (um militar na base de Beja) a comandar uma aterragem forçada no Torrão, Alcácer do Sal.

A decisão obriga a Força Aérea a utilizar aeronaves tripuladas nas missões, agravando os custos em dezenas de milhares de euros. O drone, em operação desde 27 de agosto e que deve cobrir todo o Sul, largou de Beja às 11h10. Às 11h40 o operador teve de fazer a aterragem forçada num descampado.

O aparelho esteve duas horas a ser procurado. Foi descoberto sem danos graves aparentes, embora tal ainda esteja a ser avaliado. As causas do acidente estão sob investigação. “Até à sua conclusão, as operações com este tipo de aeronaves estão suspensas nas outras Bases de Operação (Lousã e Mirandela)”, disse a Força Aérea.

Catorze distritos do País entraram este domingo, pelo menos até à noite de terça-feira, em situação de alerta devido ao grave risco de fogos florestais.  
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