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Correio da Manhã

Portugal
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Fotos inéditas mostram pai de Maddie a fazer buscas no areal e nas rochas da Praia da Luz

Gerry andou com amigo pelas rochas e areal. Nunca esclareceu o que estava a fazer.
Tânia Laranjo 28 de Junho de 2020 às 01:30
Gerry McCann andou pelas rochas na Praia da Luz
Pai de Maddie e amigo procuraram junto ao mar
Pai de Maddie e amigo procuraram junto ao mar
Buscas privadas foram feitas após saída do Ocean Club, sem serem vistos
Gerry McCann andou pelas rochas na Praia da Luz
Pai de Maddie e amigo procuraram junto ao mar
Pai de Maddie e amigo procuraram junto ao mar
Buscas privadas foram feitas após saída do Ocean Club, sem serem vistos
Gerry McCann andou pelas rochas na Praia da Luz
Pai de Maddie e amigo procuraram junto ao mar
Pai de Maddie e amigo procuraram junto ao mar
Buscas privadas foram feitas após saída do Ocean Club, sem serem vistos
Um conjunto de imagens inéditas, este domingo divulgadas pelo CM, mostram Gerry, o pai de Madeleine McCann - a menina inglesa então com três anos desaparecida no Algarve a 3 de maio de 2007 -, e um amigo, em plena praia da Luz, poucos dias depois do alerta, no que parecem buscas privadas no areal e rochas. É mais um elemento a lançar dúvidas, numa altura em que a polícia alemã insiste que Christian Brueckner, que vivia no Algarve nessa altura, raptou e matou a criança.

Não se sabe quem é o homem. Apenas que saíram sem serem vistos do aldeamento Ocean Club, de onde a menina desapareceu e onde se concentravam centenas de jornalistas e polícias. Usaram um acesso traseiro, reservado aos funcionários. Foram para a praia, a cerca de 500 metros do local onde Maddie foi deixada a dormir com os dois irmãos de 18 meses.

Gerry e o amigo conversaram no paredão e desceram para as rochas, onde procuravam algo. Nessa altura, a única tese ainda era a de rapto. A mesma foi avançada pelos pais e alimentada pela polícia inglesa. Havia buscas em vários locais e procuravam-se suspeitos. O comportamento de Gerry nunca foi explicado. Apenas que nessa praia se encontrou com pelo menos mais dois ingleses.

José Manuel Anes, criminalista e professor universitário, disse este sábado na CMTV que o casal McCann o tentou contratar como perito, numa altura em que Kate e Gerry eram arguidos. Não lhes respondeu.

Polícia Judiciária admitiu rapto da criança após “pedido do embaixador britânico”
O antigo coordenador da Polícia Judiciária (PJ) que investigou o desaparecimento de Maddie, Gonçalo Amaral, revelou ontem na CMTV que a PJ admitiu, inicialmente, a hipótese de rapto da criança após um pedido do embaixador britânico.

“Os pais deveriam ter sido tratados como suspeitos desde o início. Mas houve outras pressões. Não é por nada que o embaixador britânico da altura foi ao local.

O diretor da PJ de Faro anunciou que foi um rapto depois de falar com o embaixador”, revelou o antigo inspetor, que considera que o procurador alemão que anunciou que Christian Brueckner é o principal suspeito do rapto e morte de Maddie “ainda não leu o processo”.

PORMENORES
"Casa sem arrombamento"
Segundo Gonçalo Amaral, a casa onde desapareceu Maddie "não tinha sinais de arrombamento" e "as únicas impressões digitais encontradas na janela eram da mãe".

"Largaram o coelho"
No entender do antigo coordenador da PJ, a polícia alemã "largou o coelho e agora anda tudo atrás dele", referindo-se a Christian Brueckner.
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