Barra Cofina

Correio da Manhã

Portugal
9

Furto de pistolas dá mais castigos

Diretor de departamento obrigado a voltar da Guiné-Bissau.
Miguel Curado e Ana Silva Monteiro 30 de Março de 2017 às 08:15
Pistola Glock semelhante às usadas pelas forças policiais
57 Glocks foram roubadas da direção nacional da PSP
57 Glocks foram roubadas da direção nacional da PSP
Pistola Glock semelhante às usadas pelas forças policiais
50 pistolas Glock 19 foram furtadas da Direção Nacional da PSP
Pistola Glock semelhante às usadas pelas forças policiais
57 Glocks foram roubadas da direção nacional da PSP
57 Glocks foram roubadas da direção nacional da PSP
Pistola Glock semelhante às usadas pelas forças policiais
50 pistolas Glock 19 foram furtadas da Direção Nacional da PSP
Pistola Glock semelhante às usadas pelas forças policiais
57 Glocks foram roubadas da direção nacional da PSP
57 Glocks foram roubadas da direção nacional da PSP
Pistola Glock semelhante às usadas pelas forças policiais
50 pistolas Glock 19 foram furtadas da Direção Nacional da PSP
O ex-diretor do Departamento de Apoio Geral da PSP, Paulo Sampaio, também responsável pelo depósito de armas da Direção-Nacional, em Lisboa, de onde foram furtadas 57 pistolas Glock 19, e mais dois oficiais subalternos foram alvo de processos disciplinares por parte do Ministério da Administração Interna (MAI). Esta é a primeira decisão de Constança Urbano de Sousa na sequência do inquérito interno lançado ao de- saparecimento das armas.

A ministra anunciou ontem que "o relatório da investigação concluiu faltas graves de controlo no departamento". Por isso, o superintendente Paulo Sampaio viu interrompida a comissão de serviço que cumpria desde janeiro como oficial de ligação do MAI na Guiné-Bissau.

Assim, além dos processos disciplinares, que se juntam aos dois já avançados contra os dois agentes que guardavam o depósito de armamento de onde foram furtadas as Glocks, Constança de Sousa anunciou a realização de um inventário às armas e munições da PSP, GNR e SEF.

Estas forças de segurança, tuteladas pelo MAI, devem informar a Inspeção-Geral da Administração Interna sobre os procedimentos de armazenamento das armas. Recorde-se que o furto das Glocks foi constatado em janeiro, após a apreensão de uma das armas a um traficante, no Porto.

Para Peixoto Rodrigues, do SUP/PSP, a ordem para punir três oficiais "foi uma bofetada de luva branca no diretor da PSP, Luís Farinha, que avançou com processos disciplinares a dois agentes".
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)