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'Gang do buraco' ia "fazer mais assaltos"

Líder da investigação diz que grupo atuava de forma extremamente profissional.

11 de outubro de 2013 às 09:56

"Não tenho dúvidas que depois da ourivesaria Pratil eles iam fazer mais assaltos", disse ontem, no Tribunal de S. João Novo, no Porto, o coordenador da investigação da PSP que apanhou o grupo conhecido como ‘gang do buraco’.

O grupo de cinco romenos – todos em prisão preventiva – foi descrito como "dos mais profissionais" detidos pela PSP, e estudava ao pormenor as ourivesarias antes de atacar. Elaboravam plantas dos espaços que queriam assaltar e atuavam durante a noite, através de buracos nas paredes dos edifícios contíguos.

Furtaram a ourivesaria Âncora (levaram 94 mil euros), no Porto, e a Fernando Jóias (299 mil €), em Rio Tinto. Foram apanhados num assalto à Pratil (11 mil €), no Porto. "Por duas vezes foram à Pratil fazer um reconhecimento. Ficámos com 80% de certeza que eles iam atacar ali e montámos vigilância diária", explicou o chefe Cláudio Moutinho.

O investigador considerou "fundamental" a confissão de Edward Badulescu – irmão do líder do grupo – que levou as autoridades a encontrar 300 mil euros em ouro enterrados num terreno a 100 metros da casa onde viviam os arguidos.

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