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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Giselle ainda faz terapia

Mãe diz que filha ficou "profundamente marcada" por sequestro.

03 de dezembro de 2015 às 12:58

"Foi um pesadelo. Durante sete meses, não sabia se a minha filha estava viva ou morta." As palavras, emocionadas, foram ditas esta quarta-feira por Candice Gannon, mãe da menina que, em setembro de 2012, então com sete anos, foi levada e viveu com o pai durante vários meses na zona do Porto, contrariando a decisão judicial de a entregar à progenitora.

Na segunda sessão do julgamento de Filipe Silva, esta quarta-feira, no tribunal de Faro, por teleconferência a partir da Irlanda, onde reside com o novo companheiro e quatro filhos, Candice disse ao coletivo de juízes que Giselle ficou "profundamente marcada" pelo período em que foi mantida por Filipe Silva no Porto e ainda hoje faz terapia diariamente.

Giselle, conhecida como Ellie, também ouvida por teleconferência relatou ter sido levada pelo pai para o Porto contra vontade. "Queria voltar para a minha mãe, na Irlanda. Nunca tentei contactar a minha mãe porque não tinha telemóvel e tinha receio da reação do meu pai", contou, acrescentando ter chegado a ser "disfarçada com um gorro, um casaco e óculos de sol"

Num depoimento contraditório face ao que tinha prestado em fevereiro de 2013, na fase de inquérito do processo, Giselle – que o pai tratava como ‘Pipinha’ – disse esta quarta-feira que, durante o tempo em que viveu com Filipe Silva, se "sentia triste" e "como se estivesse presa".

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