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Correio da Manhã

Portugal
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GNR ANTIVIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Trinta e um militares da GNR, 70 por cento dos quais mulheres, concluíram ontem um curso intensivo, com a duração de oito dias, destinado a prepará-los para integrarem os chamados ‘Núcleos Mulher e Menor’ formados nos grupos territoriais daquela força de segurança.
30 de Setembro de 2004 às 00:00
As diferenças em relação ao trabalho rotineiro da Guarda prendem-se com o modo de abordagem e o encaminhamento da vítima.
“Aprendemos a atender as mulheres vítimas de violência doméstica de modo simpático e a mostrar-lhes que as apoiamos. As crianças devem ver-nos como amigos e não como profissionais, para quem o caso delas é apenas mais um”, explicou Amélia Pinto Gonçalves, de 25 anos, que integra o Grupo Territorial da GNR da Guarda.
Segundo afirmou ao CM o comandante-geral da GNR, tenente-general Mourato Nunes, “no próximo mês de Abril vai iniciar-se um novo período de formação”, após o qual será possível assegurar uma “boa cobertura do território”.
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