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GNR dá rendas baixas a oficiais

Associação critica Serviços Sociais por não privilegiarem guardas com mais dificuldades.

10 de novembro de 2013 às 14:29

Apesar das graves dificuldades económicas por que atravessam os militares da GNR com salários mais baixos, são muitos os oficiais da guarda, com ordenados superiores a dois mil euros, os que vivem em casas dos Serviços Sociais da GNR, em Chelas, Lisboa, com as rendas pouco superiores a 100 euros.

A Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG) já emitiu um comunicado onde afirma não compreender a situação. Ao CM, fonte oficial da GNR confirma esta situação, mas diz que são rendas antigas - "há muito que essas atribuições não são feitas".

Há ainda, apurou o CM, vários familiares de ex-militares a usufruir destes contratos de arrendamento. A ASPIG revela que a situação também se verifica em Faro, Évora e Coimbra.

O presidente da associação, José Alho, diz não compreender o porquê da atribuição, por parte dos Serviços Sociais da GNR, das habitações a oficias da guarda em detrimento dos militares que têm patentes mais baixas.

No comunicado da ASPIG, destaca-se ainda o facto de a "manutenção das referidas habitações ser suportado pelos descontos" que são efetuados por cerca de 47 mil militares da GNR - 23 mil dos quais continuam a servir no activo.

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