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Correio da Manhã

Portugal

GNR condenado a três anos de prisão suspensa

Sargento-adjunto condenado por agredir sargento-chefe.
23 de Junho de 2016 às 17:48
Tribunal São João Novo, no Porto
Tribunal São João Novo, no Porto FOTO: Rafaela Cadilhe
Um sargento-adjunto do Comando Territorial da GNR do Porto foi esta quinta-feira condenado a três anos de prisão, suspensa na sua execução, por ameaçar, insultar e agredir, em 2014, um sargento-chefe.

O magistrado do Tribunal de São João Novo, no Porto, lembrou que o arguido, de 46 anos, já tem uma condenação pela prática de um crime de ofensas à integridade física e uma sanção disciplinar, daí a necessidade de aplicar tal pena.

Colegas na Banda Marcial de Segurança e Honras de Estado, os militares não se entendiam porque o sargento-adjunto acusava o superior hierárquico, de 53 anos, de o difamar.

Em outubro de 2014, durante um ensaio da banda, o arguido pegou num canivete que usava para ajustar as palhetas do saxofone e apontou-o ao sargento-chefe que, ao defender-se, foi golpeado numa mão.

O desentendimento continuou com o arguido a ameaçar o superior hierárquico, dando-lhe dois estalos e atirando-o contra uma secretária. Após o incidente, o sargento-adjunto ficou de baixa médica por depressão.


Comando Territorial da GNR do Porto Tribunal de São João Novo Porto
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