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Correio da Manhã

Portugal
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Golpe de contrabando de tabaco ia prejudicar Estado em 9,6 milhões

GNR desmantelou operação ilegal, no interior louletano, que estava prestes a distribuir 46 milhões de cigarros.
Ana Palma 26 de Outubro de 2020 às 09:09
Fábrica ilegal de tabaco estava a funcionar em Tôr, no interior de Loulé
Local tinha máquinas para embalar os cigarros
Foi apreendido material para 46 milhões de cigarros
Fábrica ilegal de tabaco estava a funcionar em Tôr, no interior de Loulé
Local tinha máquinas para embalar os cigarros
Foi apreendido material para 46 milhões de cigarros
Fábrica ilegal de tabaco estava a funcionar em Tôr, no interior de Loulé
Local tinha máquinas para embalar os cigarros
Foi apreendido material para 46 milhões de cigarros
Uma rede internacional acusada de contrabando de tabaco e de associação criminosa conhece hoje à tarde, no Tribunal de Faro, a decisão instrutória do processo. O respetivo debate decorreu na semana passada, apurou o CM.

Os arguidos - 15 ao todo - foram apanhados numa operação do Destacamento de Ação Fiscal da GNR de Faro desencadeada no dia 25 de junho do ano passado, na zona de Loulé, que envolveu mais de 100 operacionais. Foram detidos 12 homens e uma mulher, com idades entre os 30 e os 65 anos, de nacionalidades polaca, ucraniana, romena, russa e portuguesa, Mais dois gregos, de 37 e 60 anos, foram constituídos arguidos. Na operação foi apreendido tabaco suficiente para introduzir no consumo cerca de 46 milhões de cigarros. A fraude e evasão fiscal gerada por este tabaco ascenderia a um valor de cerca de 9,6 milhões de euros.

A organização criminosa internacional estava a ser investigada há ano e meio e dedicava-se à produção e comercialização fraudulenta de tabaco. Na operação foi desmantelada uma fábrica ilegal de manufaturação de cigarros em larga escala, na zona da Tôr, Loulé.

A GNR deu cumprimento a 14 mandados, dos quais cinco de detenção, sete de busca domiciliária, um de busca à fábrica de manufaturação ilícita de tabaco e um de busca ao armazém utilizado para o depósito da produção ilícita.
O prazo para a prisão preventiva dos arguidos termina amanhã, apurou o CM.
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