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Correio da Manhã

Portugal

Grupo usava pistolas roubadas à PSP e GNR

Assaltantes ficam em preventiva. Mulher, também presa pela PJ, sai com apresentações
27 de Julho de 2013 às 01:00
Gang estava a ser investigado pelos inspetores da Polícia Judiciária há vários meses
Gang estava a ser investigado pelos inspetores da Polícia Judiciária há vários meses FOTO: Nuno Fernandes Veiga

Os três membros do grupo violento preso na última quarta-feira pela Polícia Judiciária do Porto – onde resultou a morte de um quarto assaltante, após um disparo acidental dado por si próprio – já estão em prisão preventiva. O Tribunal de Instrução Criminal decidiu ainda que a mulher, companheira de ‘Caldas’, o cabecilha do grupo, fica em liberdade, sujeita a apresentações regulares às autoridades.

Ontem mesmo, os exames feitos pela Judiciária às armas apreendidas confirmaram as suspeitas iniciais. A Glock nove milímetros que matou ‘Beto’ foi roubada em março a um elemento da PSP. A pistola 7,65 milímetros que também foi apreendida – e que era usada por um dos assaltantes – também tinha sido roubada a um militar da GNR.

Este grupo já andava a ser vigiado há vários meses. O primeiro assalto que fizeram foi a 14 de dezembro do ano passado. Foi à porta do Maiashoping e também levaram o dinheiro de uma carrinha de valores. Entre março e maio, o gang assaltou mais três carrinhas de valores junto às lojas Pingo Doce de Matosinhos, Prelada e Gaia, sendo que o último roubo, nas imediações do Estádio do Dragão, foi o que levou à sua detenção. A PJ recuperou os 65 mil euros que conseguiram levar naquele assalto.

Sob escuta há vários meses, foi fácil para a PJ, após verem o corpo de ‘Beto’, de perceberem de quem se tratava. Os três homens, o dinheiro e o carro usado no roubo foram "surpreendidos" no centro do Porto.

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