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Correio da Manhã

Portugal

Helicóptero de combate a fogos florestais na Madeira opera a partir de sexta-feira

Aparelho vai ser utilizado no ataque inicial a incêndios e estará operacional até 15 de outubro.
Lusa 13 de Junho de 2018 às 22:36
Helicóptero de combate a fogos no Funchal
Helicóptero de combate a fogos no Funchal FOTO: Direitos Reservados
O helicóptero de ataque inicial a fogos florestais na Madeira, sob a alçada do Serviço Regional de Proteção Civil, começa a operar sexta-feira com um balde de 1.000 litros e a sua missão estende-se até 15 de outubro.

O aparelho foi esta quarta-feira oficialmente apresentado numa cerimónia que contou com a presença do secretário regional da Saúde, Pedro Ramos, do presidente do Serviço Regional de Proteção Civil, José Dias, e do comandante do helicóptero, Paulo Melo.

"É o primeiro ano que vamos ter um meio de combate aéreo e estamos satisfeitos com o procedimento de segurança se tiver de ser utilizado", disse Pedro Ramos.

José Dias, salientou que o helicóptero "é mais um instrumento operacional que a região tem para fazer face ao período crítico dos incêndios florestais, não só como um instrumento fulcral no ataque inicial com a sua respetiva equipa, mas também como coadjuvante das forças terrestres porque, como tem sido sempre afirmado, um helicóptero, por si só, não apaga incêndios".

O Conselho do Governo Regional da Madeira aprovou em 24 de maio o Plano Operacional de Combate aos Incêndios Florestais (POCIF) para 2018 que, pela primeira vez, dispõe de um helicóptero de ataque inicial.

O POCIF vigorará entre 15 de junho e 15 de outubro, podendo este período ser prolongado.

O dispositivo do POCIF 2018 contará pela primeira vez com um helicóptero de ataque inicial (HEATI), com a respetiva equipa helitransportada, baseados na sede do Serviço Regional de Proteção Civil, IP-RAM.

Em 31 de agosto de 2017, o Conselho do Governo Regional aprovou, na sequência de um relatório do Ministério da Administração Interna, a utilização de meios aéreos no combate a incêndios em áreas florestais e urbanas na região entre 15 de junho e 15 de outubro de cada ano, pelo preço de 1,2 milhões de euros, suportado pelo Orçamento Regional.

EC // JMR

Lusa/Fim

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