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Correio da Manhã

Portugal
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Homem morre preso à prancha de surf

Arquiteto de 43 anos apareceu com golpe na cabeça.
Sérgio A. Vitorino 5 de Maio de 2018 às 01:30
Miguel Teixeira Condeço terá sofrido um acidente no mar enquanto surfava
Encontrado corpo de surfista desaparecido em Carcavelos
Encontrado corpo de surfista desaparecido em Carcavelos
Miguel Teixeira Condeço terá sofrido um acidente no mar enquanto surfava
Encontrado corpo de surfista desaparecido em Carcavelos
Encontrado corpo de surfista desaparecido em Carcavelos
Miguel Teixeira Condeço terá sofrido um acidente no mar enquanto surfava
Encontrado corpo de surfista desaparecido em Carcavelos
Encontrado corpo de surfista desaparecido em Carcavelos
Entrou no mar de Carcavelos, Cascais, para surfar pouco depois das 18h00 de quinta-feira. Ao contrário do habitual, Miguel Condeço, 43 anos, arquiteto de Queluz, Sintra, estava só. Os amigos acharam que havia poucas ondas e ficaram em casa. Não foi mais visto até às 12h50 desta sexta-feira, quando foi encontrado morto e preso à prancha já ao largo de Cascais, a 8 kms de distância.

O corpo de Miguel Condeço apresentava uma ferida na cabeça. O CM sabe que as autoridades suspeitam que, devido ao vento, possa ter sido atingido pela prancha na cabeça enquanto surfava sozinho. Mas ninguém se apercebeu na praia de Carcavelos, cheia àquela hora.

O alerta para o desaparecimento foi dado pela mulher do arquiteto, às 03h00, na PSP de Massamá. O marido tinha ficado de ligar às 21h30.

"Fomos contactados pela PSP às 05h19. Encontrou-se o carro estacionado em Carcavelos, com todos os pertences menos a prancha e fato de surf. Tudo apontava para o não regresso da ida à água e realizámos logo buscas em terra e, nos primeiros alvores, na água", explicou o comandante Pereira da Terra, capitão do porto de Cascais.

PORMENORES
‘Heli’ encontrou
Estiveram envolvidos nas buscas a Polícia Marítima, PSP, Marinha, Estação Salva Vidas, bombeiros e um helicóptero da Força Aérea, que acabou por detetar a prancha e o corpo a milha e meia de Cascais já no final da sua patrulha.

Será autopsiado
O corpo será autopsiado para despistar eventual doença inesperada. Condeço fazia surf há 3 anos. "Era saudável e com estilo de vida saudável", disse Pereira da Terra. Família e amigos foram apoiados todo o dia pelo psicólogo da Polícia Marítima.
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