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Correio da Manhã

Portugal

Homicida confesso fica em preventiva

Disse ter “perdido a cabeça” após 30 anos de vida em comum.
Fátima Vilaça 11 de Julho de 2017 às 12:45
Luís Miguel Correia foi ontem levado ao Tribunal de Ponte de Lima
Maria José Melo foi asfixiada até à morte pelo marido
Luís Miguel Correia matou a mulher em Ponte de Lima
Luís Miguel Correia foi ontem levado ao Tribunal de Ponte de Lima
Maria José Melo foi asfixiada até à morte pelo marido
Luís Miguel Correia matou a mulher em Ponte de Lima
Luís Miguel Correia foi ontem levado ao Tribunal de Ponte de Lima
Maria José Melo foi asfixiada até à morte pelo marido
Luís Miguel Correia matou a mulher em Ponte de Lima
Luís Miguel Correia, de 50 anos, confessou ao juiz que perdeu a cabeça e asfixiou a mulher até à morte, no sábado à noite, no apartamento onde viviam, em Arca, Ponte de Lima. Mostrou-se arrependido. Disse que cedeu à pressão de mais uma discussão causada pela falta de dinheiro decorrente dos fortes hábitos alcoólicos da mulher com quem era casado há quase 30 anos. Contou que tinha tentado ajudá-la várias vezes, mas Maria José voltava sempre ao vício.

Apesar da confissão e do arrependimento, o Tribunal de Ponte de Lima decidiu que Luís Correia deve ficar preso até à data do julgamento. Ontem, à entrada do tribunal onde foi ouvido durante quase duas horas, o homicida confesso tapou o rosto. Evitou ser filmado. À porta contava com o apoio de vários familiares próximos, mas nem levantou o rosto.

Durante o longo interrogatório, o arguido, indiciado por um crime de homicídio qualificado, disse várias vezes que tinha "perdido a cabeça" e lamentou ter matado a mãe dos três filhos.

Maria José Melo, de 50 anos, foi asfixiada até à morte no sábado à noite. O corpo só foi encontrado dez horas depois.
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