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Correio da Manhã

Portugal
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Homicida recusa pagar 120 mil euros a filha de vítima

Professora foi espancada e afogada. Hugo de Sousa foi condenado a 17 anos de prisão.
Magali Pinto 27 de Novembro de 2017 às 01:30
Delmira Claro
Hugo de Sousa foi condenado a 17 anos de prisão
Delmira Claro
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Delmira Claro
Corpo foi encontrado na praia da Aguda em Sintra
Corpo foi encontrado na praia da Aguda em Sintra
Delmira Claro
Hugo de Sousa foi condenado a 17 anos de prisão
Delmira Claro
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Corpo foi encontrado na praia da Aguda em Sintra
Corpo foi encontrado na praia da Aguda em Sintra
Delmira Claro
Hugo de Sousa foi condenado a 17 anos de prisão
Delmira Claro
Delmira Claro
Delmira Claro
Corpo foi encontrado na praia da Aguda em Sintra
Corpo foi encontrado na praia da Aguda em Sintra
Passado mais de um ano desde que a decisão de condenar Hugo de Sousa a 17 anos de prisão transitou em julgado, a filha de Delmira Claro - professora de 53 anos, espancada e afogada, em Sintra - espera pelo dinheiro da indemnização de 120 mil euros que Hugo Sousa foi também condenado a pagar.

Mestre em Psicologia, atualmente desempregada, a mulher pediu recentemente ao Estado para lhe adiantar a indemnização que o homicida ainda não pagou.

Ainda assim, se a mulher receber algum dinheiro do Estado, a verba não pode exceder os 30 mil euros, valor máximo atribuído pela Comissão de Apoio a Vítimas de Crimes Violentos – a não ser que Hugo de Sousa pague entretanto.

Hugo de Sousa e a professora Delmira, conforme o homicida confessou em tribunal, mantinham relações sexuais "ocasionais". Em finais de março de 2013, discutiram na praia da Aguda, onde dias depois a mulher foi encontrada morta.

Ficou provado em tribunal que Hugo a espancou e a seguir a afogou. Nos dias seguintes, levantou dinheiro com os cartões bancários da vítima. Em tribunal, o homicida que ainda hoje jura estar inocente, disse que foi Delmira quem lhe deu o dinheiro por lhe dever 8400 euros.

Quando o corpo da professora foi encontrado e foi dada a tese de suicídio, a filha disse logo que não acreditava que a mãe tivesse posto termo à vida. Dias depois, Hugo de Sousa era detido pela PJ e colocado em prisão preventiva.

Acabou condenado a 17 anos de prisão.
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