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Correio da Manhã

Portugal
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HORÁRIO AVANÇA NA GNR

O provedor de Justiça, Nascimento Rodrigues, recomendou ao Governo que estipule um horário de trabalho para os militares da GNR, dando assim provimento a uma queixa que lhe foi apresentada pela Associação dos Profissionais da Guarda (APG).
5 de Fevereiro de 2003 às 00:00
Em comunicado difundido ontem, o provedor sugere que, “para efeitos de uma adequada gestão do efectivo”, se providencie “no sentido de uma fixação, a título experimental e interno da GNR, de uma duração semanal máxima de trabalho”.

O presidente da APG, José Manageiro, congratula-se ao CM com a decisão: “Não é admissível que as pessoas façam aquilo que os comandos decidem. Alega-se interesse de serviço para se cometerem abusos. Há quem trabalhe 30 horas seguidas. É justo que, como a PSP, tenhamos um limite máximo de serviço.”

Acrescenta que a falta de horário é “causa de desmotivação”, uma “violação dos direitos básicos dos trabalhadores” e que “promove a subserviência, pois acabam por ser as chefias quem faz o planeamento da vida familiar dos guardas”.
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