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Correio da Manhã

Portugal
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Inspetor da PJ libertado após cumprir quatro anos e oito meses

João de Sousa saiu da prisão sem admitir crime de corrupção a que foi condenando.
Henrique Machado 21 de Dezembro de 2018 às 01:30
João de Sousa, ex-inspetor da PJ, à saída da prisão de Évora
João de Sousa, ex-inspetor da PJ
João de Sousa, ex-inspetor da PJ, à saída da prisão de Évora
João de Sousa, ex-inspetor da PJ
João de Sousa, ex-inspetor da PJ, à saída da prisão de Évora
João de Sousa, ex-inspetor da PJ

João de Sousa, inspetor da PJ condenado a cinco anos e meio de prisão por corrupção passiva e violação do segredo de funcionário, saiu esta quinta-feira em liberdade condicional do Estabelecimento Prisional de Évora depois de ter ali cumprido quatro anos, oito meses e 23 dias da pena. Estava preso desde 26 de março de 2014 e enfrenta os próximos nove meses em liberdade condicional.

A decisão é do Tribunal de Execução de Penas de Évora e teve a concordância do Ministério Público com pareceres favoráveis da prisão de Évora e da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais. Referem o facto de João de Sousa nunca ter assumido o crime de corrupção, do qual se diz inocente - mas foram favoráveis à libertação. O ex-inspetor da PJ de Setúbal foi associado a uma rede de fraude fiscal relacionada com o negócio do ouro.

"Vou avançar com o doutoramento sobre a aplicabilidade real do código de execução de penas na vida dos reclusos e auxiliar com a experiência que tenho dos dois lados das grades ao melhoramento da instituição da PJ", diz.

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