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Correio da Manhã

Portugal
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Insultos marcam julgamento de florista

O início do julgamento da florista Cidália Calheiros, 49 anos, acusada do homicídio da tia Maria Cília de Sousa, 69 anos, ontem, no Tribunal de Tondela, ficou marcado por insultos à arguida e à família, por populares que acompanharam a sessão e encheram a sala de audiências.
13 de Outubro de 2012 às 01:00
A arguida com um filho
A arguida com um filho FOTO: tiago v. pereira

Com a arguida em silêncio, o colectivo de juízes começou por ouvir a médica legista, que declarou "não poder afirmar , com certeza, a causa da morte".

A vítima tinha "várias escoriações na zona da face e dos braços" e, pelos indícios, "o pescoço terá sido apertado". Morreu engasgada, admitiu depois a testemunha.

Segundo a acusação, a florista perseguiu a tia até junto das escadas, meteu-lhe as mãos na cara e arranhou-a. Depois, lançou as mãos ao pescoço da vítima e apertou-o com força, até aquela ficar com falta de ar, desfalecer e cair morta.

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