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Correio da Manhã

Portugal
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Investigação aponta para assalto mortal em fábrica de bolas de berlim

Há fortes indícios de que a morte de José Silva terá sido motivada por um assalto violento.
Tiago Griff 12 de Setembro de 2019 às 08:28
José Silva, 59 anos, foi agredido e acabou por morrer
Homem encontrado morto amarrado a cadeira em fábrica de bolas de berlim em Loulé
Homem encontrado morto amarrado a cadeira em fábrica de bolas de berlim em Loulé
José Silva, 59 anos, foi agredido e acabou por morrer
Homem encontrado morto amarrado a cadeira em fábrica de bolas de berlim em Loulé
Homem encontrado morto amarrado a cadeira em fábrica de bolas de berlim em Loulé
José Silva, 59 anos, foi agredido e acabou por morrer
Homem encontrado morto amarrado a cadeira em fábrica de bolas de berlim em Loulé
Homem encontrado morto amarrado a cadeira em fábrica de bolas de berlim em Loulé
Apesar de ainda não haver uma tese definitiva do que poderá ter acontecido a José Silva, o empresário brasileiro de 59 anos que foi encontrado morto dentro da sua fábrica de bolas de Berlim na Patã de Baixo, no concelho de Loulé, o CM sabe que há fortes indícios de que se terá tratado de um assalto violento que acabou por escalar para homicídio.

A investigação, que está a ser feita pela Polícia Judiciária, poderá conhecer mais desenvolvimentos assim que forem conhecidos os resultados da autópsia ao corpo, que está a ser feita no Instituto de Medicina Legal de Portimão.

A violência das agressões na cara e o facto de José Silva ter sido encontrado amarrado a uma cadeira está a fortalecer a tese de assalto. Terá sido forçado a dar informação acerca de onde guardava o dinheiro que fazia da venda de bolas de Berlim, uma vez que tinha um negócio muito bem-sucedido - a distribuição dos bolos era feita em quase todo o Algarve.

O ‘interrogatório’ terá escalado e as agressões acabaram por ser fatais. Não se sabe, para já, se os ladrões chegaram a levar algum dinheiro antes de fugirem. Continuam a monte e estão a ser procurados pela autoridades. Há dois anos José Silva já tinha sido assaltado no mesmo local, mas não foi agredido.

O CM apurou que, na madrugada de terça-feira, foram alguns funcionários que deram o alerta à GNR, já que não conseguiam entrar na fábrica para começarem o turno e José Silva não atendia o telefone.
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