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Correio da Manhã

Portugal
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Rui e Hélder desapareceram há mais de 20 anos. Famílias culpam autoridades

Jovens de 13 e 16 anos continuam desaparecidos sem que existam pistas para os procurar
Mónica Palma 14 de Agosto de 2019 às 21:05
Rui Pereira tinha 13 anos quando desapareceu
Rui Pereira tinha 13 anos quando desapareceu
Hélder Cavaco tinha 16 anos quando desapareceu
Hélder Cavaco tinha 16 anos quando desapareceu
Rui Pereira tinha 13 anos quando desapareceu
Rui Pereira tinha 13 anos quando desapareceu
Hélder Cavaco tinha 16 anos quando desapareceu
Hélder Cavaco tinha 16 anos quando desapareceu
Rui Pereira tinha 13 anos quando desapareceu
Rui Pereira tinha 13 anos quando desapareceu
Hélder Cavaco tinha 16 anos quando desapareceu
Hélder Cavaco tinha 16 anos quando desapareceu

Quando falamos em menores desaparecidos pensamos logo em Maddie ou em Rui Pedro... mas de norte a sul do País muitas foram as crianças portuguesas que desapareceram, ao longo dos tempos, sem que os seus casos fossem tão mediatizados.

No Investigação CM desta quarta-feira recordamos duas dessas histórias que ficaram perdidas no tempo.

Rui Pereira tinha 13 anos quando desapareceu sem deixar rasto em Famalicão. O desaparecimento ocorreu um ano após Rui Pedro ter sido notícia por ter desaparecido sem deixar rasto.



Sobre Rui, até agora - 20 anos depois do desaparecimento - só há uma pista. Sabe-se que o adolescente estava a brincar no pátio do seu bairro, nas Lameiras, e que um homem o terá chamado. A partir daí não há qualquer pista sobre o que lhe aconteceu.

Os pais e a irmã deste menino - que, caso esteja vivo, terá atualmente 33 anos - acham que Rui Pereira foi raptado e está vivo. A família aponta o dedo à atuação das autoridades portuguesas e considera que as não se empenharam devidamente para tentar encontrar o menino.

Rui Pereira desapareceu a norte do país. A sul, no Alentejo, em Vila Nova de Santo André, outro adolescente português ainda desapareceu sem deixar rasto.

Hélder Cavaco tinha 16 anos quando saiu de casa de manhã, bem cedo, a pé, em direção à praia de São Torpes. Desde então, nunca mais foi visto.

Também neste caso, a família diz que a GNR pouco ou nada fez e a Polícia Judiciária só entrou entrou em campo 15 dias depois do desaparecimento do jovem. 

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