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Correio da Manhã

Portugal
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Irmãos de 10 e 11 anos ateiam fogo

Incendiários usaram isqueiro para pegar chamas a armazém.
Joaquim Martins 29 de Abril de 2017 às 01:30
Armazém que estava alugado a um empresário agrícola ficou parcialmente destruído pelo fogo ateado pelas crianças
Armazém que estava alugado a um empresário agrícola ficou parcialmente destruído pelo fogo ateado pelas crianças
Armazém que estava alugado a um empresário agrícola ficou parcialmente destruído pelo fogo ateado pelas crianças
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Armazém que estava alugado a um empresário agrícola ficou parcialmente destruído pelo fogo ateado pelas crianças
Armazém que estava alugado a um empresário agrícola ficou parcialmente destruído pelo fogo ateado pelas crianças
A Polícia Judiciária da Guarda identificou dois irmãos menores, de 10 e 11 anos, por terem ateado um incêndio, com recurso a um isqueiro, num armazém de palha e madeiras na aldeia de Rochoso, naquele concelho.

Segundo o CM apurou, tudo o que estava no interior ardeu e o telhado do edifício acabou por cair. A casa de campo, antiga e de grandes dimensões, pertence à fábrica da igreja local, que a tinha alugado a um proprietário de animais para guardar forragens e outras ferramentas agrícolas.

O incêndio ocorreu no dia 4 de abril, durante o dia, na sequência de uma "brincadeira típica de crianças que não têm consciência do que fazem", explicou ontem ao CM José Monteiro, coordenador da Polícia Judiciária da Guarda. "Os menores acabaram por confessar à família a autoria do fogo" e, mais tarde, também às autoridades policiais. Apesar do aparato e dos muitos meios envolvidos no combate às chamas, não se registaram feridos.

"É um caso em que um incêndio urbano foi provocado por crianças que não têm noção das consequências de se ‘brincar com o fogo’. É comparável à origem de muitos fogos florestais no País", sublinhou o responsável da Judiciária.

Na localidade os habitantes ficaram surpreendidos com a autoria do crime. Joaquim Vargas, morador no Rochoso, defende os menores: "Nunca deram problemas, muito embora estejam desenraizados nesta terra", uma vez que viveram "vários anos em Lisboa e vieram recentemente para aqui".
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