Joana Marques Vidal alerta que faltam magistrados no Ministério Público

Procuradora-Geral da República despede-se para dar o lugar a Lucília Gago.
Por João Saramago|12.10.18
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Lucília Gago assume esta sexta-feira, no Palácio de Belém, em Lisboa, as funções de procuradora-geral da República. A magistrada herda casos mediáticos de elevada complexidade como o Universo Espírito Santo ou a Operação Marquês. No arranque de funções, Lucília Gago (62 anos) terá também de gerir a falta de magistrados.

Esta quinta-feira, no seu último ato oficial, a procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, alertou para a carência de quadros no Ministério Público. Na cerimónia em que deu posse ao procurador-geral-adjunto, Albano Morais Pinto, para funções no Supremo Tribunal de Justiça, Joana Marques Vidal alertou para a "carência que existe no Supremo Tribunal de quadros do Ministério Público".

Ainda em fase de inquérito no Ministério Público estão os casos dos roubo de armas de Tancos e de armas da PSP, as rendas da EDP, o processo BES e a operação Lex.

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